SANTA MISSA - SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA XX DO TEMPO COMUM

 


SEGUNDA-FEIRA DA SEMANA XX

 DO TEMPO COMUM

S. João Eudes, presbítero – MF
Verde ou br. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha.

L 1 Ez 24, 15-24; Sl Dt 32, 18-19. 20. 21
Ev Mt 19, 16-22

* Na Ordem Agostiniana – S. Ezequiel Moreno, bispo – FESTA
* Na Ordem Beneditina – B. Bernardo Ptolomeu, abade – MF; S. João Eudes – MF
* Na Ordem de Cister e na Ordem Cisterciense da Estrita Observância – B. Guerrico, abade – MO
* Na Ordem Franciscana – S. Luís de Tolosa, bispo, da I Ordem – MF
* Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – S. Luís de Tolosa, bispo, da I Ordem – MF
* Na Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor – S. João Eudes, presbítero – SOLENIDADE
* Na Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus – S. João Eudes, presbítero – MO
* Na Ordem de Cister – I Vésperas de S. Bernardo.

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada



Canto de Entrada


1. Ó Senhora lá d’altura,
Que a este monte descestes,
P’ra adoçar toda a amargura,
Deixa a minha voz agreste
Cantar a Tua ternura.

Ó Senhora Imaculada
Astro bendito de luz!
Enlevo da minha vida
Leva-me ao Céu por Jesus
Senhora do Monte da Virgem,

 

Antífona da entrada

Sl 83, 10-11
Senhor Deus, nosso protetor, ponde os olhos no rosto do vosso Ungido.
Um dia em vossos átrios vale mais de mil longe de Vós.

2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

 

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Ass.: Amen.

 

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:

Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo que por nós intercede junto do Pai esteja convosco.

Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

 

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

 

ATO PENITENCIAL

 

Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:

Pres.: Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos pecadores.

 

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Pres.: Confessemos os nossos pecados.

Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões (e, batendo no peito, dizem: )por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa. (e continuam:) E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

 

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass.: Amen.

 

4. Seguem as invocações Senhor, tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

 

Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

 

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Ou, faça-se cantado:

ORAÇÃO DO DIA

 

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo.

Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.

Senhor nosso Deus, que preparastes bens invisíveis para aqueles que Vos amam,
infundi em nós o vosso amor, para que, amando-Vos em tudo e acima de tudo, alcancemos as vossas promessas, que excedem todo o desejo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Ass.: Amém.

 

LITURGIA DA PALAVRA

 

PRIMEIRA LEITURA

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

 

– Leitura da Profecia de Ezequiel

O Senhor dirigiu-me a palavra, dizendo: «Filho do homem, vou tirar-te repentinamente aquela que é a alegria dos teus olhos. Não deverás lamentar-te, nem chorar, nem derramar lágrimas; suspira em silêncio, mas não pratiques o luto habitual pelos mortos. Mantém a cabeça coberta, calça as sandálias, não cubras a barba, nem comas o pão trazido pelos outros». De manhã falei ao povo, à tarde minha mulher morreu. Na manhã seguinte, fiz o que me tinha sido ordenado. Então o povo perguntou-me: «Não nos explicas o que significa para nós o que estás a fazer?». Eu respondi-lhes: «O Senhor dirigiu-me a palavra, dizendo: ‘Diz à casa de Israel: Assim fala o Senhor Deus: Vou profanar o meu santuário, orgulho do vosso poder, alegria dos vossos olhos e paixão das vossas almas. Os filhos e filhas que deixastes em Jerusalém cairão ao fio da espada’. Então fareis como eu fiz. Não cobrireis a barba, não comereis o pão trazido pelos outros, ficareis com a cabeça coberta, com sandálias nos pés, e não vos lamentareis, nem chorareis. ‘Ireis morrendo por causa das vossas iniquidades e gemereis uns com os outros. Ezequiel será para vós um símbolo: fareis como ele fez. Quando isto acontecer, reconhecereis que Eu sou o Senhor Deus’».

– Palavra do Senhor.

Ass.: Graças a Deus.

 

SALMO RESPONSORIAL

8. O salmista ou cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

 

Refrão: Abandonaste a Deus que te criou.

Desprezaste o Rochedo que te gerou,
esqueceste a Deus que te deu a vida.
O Senhor viu e ficou indignado
e rejeitou teus filhos e tuas filhas. Refrão

O Senhor disse: «Vou ocultar-lhes o meu rosto
e ver qual será o seu futuro,
porque são uma geração perversa
de filhos que não conhecem a fidelidade. Refrão

Provocaram-Me com um deus falso,
irritaram-Me com inúteis ídolos;
e Eu vou provocá-los com um povo falso,
vou irritá-los com uma nação insensata». Refrão
 

 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

 

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

 

CANTO

 

ALELUIA, ALELUIA.

Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o reino dos Céus

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác.: Dá-me a tua bênção.

 

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

Diác.: Amém.

 

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:

Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

 

EVANGELHO

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

 

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác. ou Pres.:  + Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo +++ São Mateus

Ass.: Glória a vós, Senhor. +++

 

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác. ou Pres.: Naquele tempo, aproximou-se de Jesus um jovem, que Lhe perguntou: «Mestre, que hei de fazer de bom para ter a vida eterna?». Jesus respondeu-lhe: «Porque Me interrogas sobre o que é bom? Bom é um só. Mas se queres entrar na vida, guarda os mandamentos». Ele perguntou: «Que mandamentos?». Jesus respondeu-lhe: «Não matarás, não cometerás adultério; não furtarás; não levantarás falso testemunho; honra pai e mãe; ama o teu próximo como a ti mesmo». Disse-lhe o jovem: «Tudo isso tenho eu guardado. Que me falta ainda?». Jesus respondeu-lhe: «Se queres ser perfeito, vende o que tens e dá-o aos pobres e terás um tesouro nos Céus. Depois vem e segue-Me». Ao ouvir estas palavras, o jovem retirou-se entristecido, porque tinha muitos bens.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.

Ass.: Glória a vós, Senhor.

 

O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:

Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

 

HOMILIA

LITURGIA EUCARÍSTICA

 Canto de Ofertório

Tomai e recebei as horas do meu dia.
Alegrias e dores, penas e trabalhos.
Fora eu rico, Senhor, e muito Vos daria.
Mas sei que nada valho.

1. Que tenho eu, meu Deus, p’ra pôr sobre a patena / que as mãos do sacerdote elevam no altar? / A não ser esta imensa, esta infinita pena / de nada ter p’ra dar.

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

 

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

 

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres. 

 

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.

 

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

 

20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

 

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

 

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

 

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.

 

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

 

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

 

CONVITE À ORAÇÃO

 

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

 

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.

Pres.: Aceitai, Senhor, a nossa oblação, na qual se realiza a gloriosa permuta de dons, de modo que, oferecendo-Vos o que nos destes, mereçamos receber-Vos a Vós mesmo. Por Cristo nosso Senhor.

Ass.: Amen.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA IV

 

27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

 

Abrindo os braços diz:

O Senhor esteja convosco. 

O povo responde:

Ass: Ele está no meio de nós. 

 

Elevando as mãos, o sacerdote continua:

Corações ao alto.

O povo responde:

Ass: O nosso coração está em Deus. 

 

De braços abertos, o sacerdote acrescenta: 

Demos graças ao Senhor, nosso Deus. 

O povo responde:

Ass: É nosso dever e nossa salvação. 

 

O sacerdote continua o prefácio de braços abertos.

 Senhor, Pai santo, é verdadeiramente nosso dever dar-Vos graças,
é nossa salvação glorificar-Vos, porque sois o único Deus vivo e verdadeiro.
Vós existis desde sempre e permaneceis eternamente na luz inacessível.
Deus de bondade e fonte da vida, criastes o universo para encher de bênçãos todas as criaturas e a muitas alegrar na claridade da vossa luz. Inumeráveis coros de Anjos estão na vossa presença para Vos servir e, contemplando a glória do vosso rosto, dia e noite cantam os vossos louvores. Com eles também nós e, pela nossa voz, a criação inteira, aclamamos o vosso nome, cantando com alegria:

No fim junta as mãos e conclui o prefácio, cantando ou recitando em voz alta com o povo:

 

Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

 

28. Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas ao canto.

109. O sacerdote, de braços abertos, diz:

 

Pai santo, nós Vos glorificamos, porque sois grande e tudo criastes com sabedoria e amor.

Formastes o homem à vossa imagem e lhe confiastes o universo, para que, servindo-Vos unicamente a Vós, seu Criador, exercesse domínio sobre todas as criaturas. E quando, por desobediência, perdeu a vossa amizade, não o abandonastes ao poder da morte, mas, na vossa misericórdia, a todos socorrestes, para que todos aqueles que Vos procuram Vos encontrem.

Repetidas vezes fizestes aliança com os homens e, pelos profetas, os formastes na esperança da salvação.

Pai santo, de tal modo amastes o mundo, que, chegada a plenitude dos tempos, nos enviastes, como Salvador, o vosso Filho unigénito: feito homem pelo poder do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, viveu a nossa condição humana, em tudo igual a nós, exceto no pecado; anunciou a salvação aos pobres, a libertação aos oprimidos, a alegria aos que sofrem.

Para cumprir o vosso plano salvador, voluntariamente Se entregou à morte e, com a sua ressurreição, destruiu a morte e restaurou a vida. E a fim de vivermos, não já para nós próprios, mas para Ele, que por nós morreu e ressuscitou, de Vós, Pai misericordioso, enviou aos que n’Ele creem o Espírito Santo, como primícias dos seus dons, para continuar a sua obra no mundo e consumar toda a santificação.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Nós Vos pedimos, Senhor, que o Espírito Santo santifique estes dons, 

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:

para que se convertam em Corpo e + o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo ao celebrarmos este grande mistério, que Ele nos deixou como sinal de aliança eterna.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pai santo, quando chegou a hora em que Ele ia ser glorificado por Vós, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. E, durante a Ceia,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

tomou o pão, bendisse-Vos, partiu-o e deu-o aos seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

 

Então prossegue

Do mesmo modo,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

tomou o cálice com vinho, deu-Vos graças e deu-o aos seus discípulos 

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

  Mistério da fé.

A assembleia aclama:

Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

 

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Celebrando agora, Senhor, o memorial da nossa redenção, recordamos a morte de Cristo e a sua descida à mansão dos mortos; proclamamos a sua ressurreição e ascensão aos céus; e, esperando a sua vinda gloriosa, nós Vos oferecemos o seu Corpo e Sangue, o sacrifício do vosso agrado e de salvação para todo o mundo.

Olhai, Senhor, para esta oblação, que preparastes para a vossa Igreja, e concedei, por vossa bondade, a quantos vamos participar do mesmo pão e do mesmo cálice, que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo, sejamos em Cristo uma oferenda viva, para louvor da vossa glória.

Lembrai-Vos agora, Senhor, de todos aqueles por quem oferecemos este sacrifício: todos os bispos, os ministros sagrados e os que Vos apresentam as suas ofertas, os membros desta assembleia, todo o vosso povo santo e todos aqueles que Vos procuram de coração sincero. 

Lembrai-Vos também dos nossos irmãos que adormeceram na paz de Cristo e de todos os defuntos cuja fé só Vós conhecestes.

E a todos nós, vossos filhos, concedei, Pai de misericórdia, a graça de alcançarmos a herança do céu, com a Virgem santa Maria, Mãe de Deus, Senhora do Monte da Virgem, São José seu esposo, os apóstolos e todos os santos, São João de Eudes para que, no vosso reino, com a criação inteira liberta do pecado e da morte, cantemos eternamente a vossa glória, por nosso Senhor Jesus Cristo.

Junta as mãos.

Por Ele concedeis ao mundo todos os bens.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Ass.: Amen.

RITO DA COMUNHÃO

 

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

    O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

 

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador.

Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos: Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados, mas à fé da vossa Igreja, e dai-lhe a união e a paz, segundo a vossa vontade,

    O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos.

Ass.: Amen

 

128.  O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

  

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

 

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

 

Ou, faça-se cantado:

 Essas palavras podem ser repetidas várias vezes,  se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

 

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

    Ou:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento  e remédio para minha vida.

 

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:

Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

    E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

 Canto de Entrada


O trigo que Deus semeou no seio de Maria
tornou-se para nós pão do céu que nos dá vida e salvação eterna.

1. Cantai ao Senhor um cântico novo,
pelas maravilhas que Ele operou.
A sua mão e o seu santo braço
Lhe deram a vitória.

2. O Senhor deu a conhecer a salvação,
revelou aos olhos das nações a sua justiça.
Recordou-Se da sua bondade e fidelidade,
em favor da casa de Israel.

 

 

Antífona da comunhão

 

Sl 129, 7
No Senhor está a misericórdia,
no Senhor está a plenitude da redenção.

Ou: Cf. Jo 6, 51
Eu sou o pão vivo descido do céu, diz o Senhor.
Quem comer deste pão viverá eternamente.

 

COMUNHÃO

 

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

    Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

    Comunga o Sangue de Cristo.

 

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

    O que vai comungar responde:

Amen

137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão. 

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal  se transforme para nós em remédio eterno.

 

139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

 

DEPOIS DA COMUNHÃO

 

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."

Senhor, que neste sacramento nos fizestes participar mais intimamente no mistério de Cristo, transformai-nos à sua imagem na terra para merecermos ser associados à sua glória no céu. Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos

Ass.: Amen.

 

RITOS FINAIS

 

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

 

BÊNÇÃO FINAL 

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

 

O sacerdote abençoa o povo dizendo:

Pres.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.

Ass.: Amen.

 

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.

Diác. ou Pres.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.

Ass.: Graças a Deus.

 

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

 

 

HINO A NOSSA SENHORA DO MONTE DA VIRGEM


1. Subiu ao Monte a Virgem Maria
Para dos seus filhos ser celeste guia!

Nossa Senhora do Monte da Virgem
De Vós nasceu o Sol da Justiça
De Vós nasceu este nosso Deus
Nossa Senhora Virgem Maria
De Vós nasceu este nosso Deus
Nossa Senhora do Monte da Virgem


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